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Espaço Kaizen > Blog > Yoga > Desanimado? 7 Ideias para reacender sua paixão pelo Yoga

Desanimado? 7 Ideias para reacender sua paixão pelo Yoga

  • Postado dia 16/09/2014
  • em Yoga
ilustração de moça praticando yoga
Fotos: Ilustração: Annick Poirier

Lembra quando você começou seu namoro com o Yoga? A primeira impressão, que o deixou sereno e cheio de alegria, querendo mais? Era agradável, delicioso e cheio de promessas. Essa intimidade se aprofundava à medida que você aprendia mais sobre a filosofia e as posturas do Yoga. Tudo era bom… até que, de repente, você se deu conta de que estava entediado. Você atingiu a fase de manutenção, quando fazer a prática diária é tão excitante quanto lavar louça, e se apressar para sua aula de quarta-feira tornou-se apenas mais uma coisa para você ticar na lista de afazeres. O que fazer?

“A prática de Yoga é como um casamento ou outro relacionamento de longo prazo”, diz Mebbie Jackson, de 46 anos, praticante de Vinyasa há longo tempo, em Knoxville, Tennessee. “Quando a vida fica realmente corrida e você não presta atenção na sua prática como deveria, pode se sentir estagnado nessa rotina. Então precisa trabalhar para criar energia e estímulos e manter a prática interessante.”

Leia também:
– Yoga e trabalho: A reconciliação
– Yoga: a saudação ao Sol (Surya namaskar)

Jackson sempre está buscando novas maneiras de manter viva a sua paixão pelo Yoga. Ela resolveu participar de um workshop de Yoga do professor Martin Kirk na sua cidade.

Kirk é um professor que tem a paixão como o principal tema em seus cursos. “Não pratique apenas guiado por um programa, nem mesmo fique fechado em um dogma”, aconselha. “Encontre coisas que realmente ama na prática, e explore-as mais profundamente. Deixe o amor inspirar sua prática de modo que possa inspirar a sua vida.”

Isso era o que Jackson precisava ouvir. “Vim para esse workshop para me comprometer e me desafiar um pouco mais”, diz. “Tenho praticado por 19 anos e tento praticar todos os dias em casa. Mas quando você começa a fazer Yoga como uma prática de manutenção, pode esquecer toda aquela parte gostosa, todos os ideais nobres. Preciso que me lembrem.”

Você necessita se lembrar também? Então considere essas sete ideias para dar energia à sua prática. Reflita, tente aplicá-las ou deixe que elas lhe tragam inspiração e melhores ideias. Talvez entre elas você encontre apenas o que precisa para acender a chama da sua paixão pelo Yoga.

Dedique a Prática Àqueles que Ama

“Às vezes você fica entediado ou sentindo que sua prática atingiu um estágio e tenta fazer uma postura que está fora do seu alcance, como invertida sobre a cabeça”, diz Adi Carter, professora que mistura Anusara, Ashtanga, Iyengar, Jivamukti Yoga e Pilates. “Pode ser muito útil dedicar a sua prática agradecendo pelo que seu corpo já pode fazer, ou apreciar a beleza da sua respiração.”

Nas suas aulas em Nova York, Carter recomenda que os alunos comecem as práticas sentindo gratidão pelo jeito como as coisas estão. A partir daí, eles podem expandir seu foco. “Cada vez que pisa no mat, você tem a oportunidade de perguntar a si mesmo: ‘o que preciso saber mais sobre a minha vida?’”, afirma Carter. “É uma questão difícil, mas vale a pena perguntar. Quando encontrar a resposta, poderá formular a intenção e usar a energia da sua prática de Yoga para isso tornar-se real.”

Por exemplo, talvez precise de mais flexibilidade no corpo e na mente, e teve a intenção de trabalhar para atingir esse objetivo. Talvez queira dedicar sua prática e criar paz em todas as suas relações. Ou pode querer algo mais prático, como reduzir o lixo que você cria. “Qualquer intenção é dimensionada pela sua prática de Yoga, então formule uma boa intenção”, recomenda Carter.

Jodie Vicenta Jacobson, de 32 anos, aluna de Carter, oferece sua prática enviando amor às crianças do mundo todo. “Quando termino, fico quieta e respiro profundamente e aí lembro que o Yoga é muito maior que eu mesma”, diz. Penso que o Yoga ajuda a enviar minha intenção e ao mesmo tempo fecha um ciclo. É sempre surpreendente.”

Vamos Aprender Anatomia?

Quando está fazendo o cachorro olhando para baixo, provavelmente foca em diferentes coisas – pressionar a palma das mãos, fazer a espiral para dentro com as pernas, o alinhamento dos cotovelos. Mas você está realmente na postura? “Muitas pessoas que praticam Yoga por longo tempo prestam mais atenção onde seus braços e pernas estão e esquecem-se de como sentir a postura”, diz Susi Hately, cinesiologista e facilitadora de workshops sobre anatomia e asanas, nos Estados Unidos. “Quero que as pessoas entendam como o braço se move nas articulações e como o quadril se movimenta. Uma vez que se entenda como o corpo realmente trabalha, o alinhamento vem de forma natural.”

Hately é uma grande fã de workshops e cursos de Yoga e anatomia nos estúdios de Yoga e escolas de massagem. “Qualquer bom curso de anatomia ensinará o básico: este músculo é preso àquele osso e move a articulação nesta ou naquela direção”, explica. “Esta é a chave para entender como o corpo se movimenta, e pode fornecer uma compreensão melhor de como a prática de Yoga funciona.”

Quando tiver um pouco de conhecimento de anatomia, entenderá o que seu professor realmente quer dizer quando diz para girar seus braços para dentro, ou por que o músculo do peito firme evita que você não deixe os braços sobre a cabeça. Com a prática, você talvez consiga visualizar um monte de causas e efeitos de cada ação muscular daquele movimento. E esse conhecimento pode infundir à sua prática um novo nível de curiosidade.

“Quando você conhece seu corpo e entende como e por que se movimenta daquela maneira, será capaz de entrar nas posturas de dentro para fora em vez de fora para dentro”, afirma Hately.

Transformação

Pode-se dizer sem muita ironia que qualquer período ocioso pode ser uma oportunidade para a autorreflexão. Um dos valores do Yoga nesse processo é svadhyaya, ou autoestudo, e é um dos niyamas (observância) dos oito membros do Yoga clássico. Você pode praticar svadhyaya explorando diferentes estilos de Yoga, diz Shannon Piage Schneider, do Om Time Estúdios, em Denver e Boulder, nos Estados Unidos. “Liste todos os estilos e faça uma aula de maneira sistemática”, recomenda. Experimente um novo estilo intercalando algumas semanas e perceba, depois de cada uma, o que gostou e o que não gostou.

“Se você normalmente pratica um estilo baseado no alinhamento, poderá fazer uma aula de flow. Se faz aulas de Vinyasa, talvez encontre força em um estilo mais estático, como uma aula de Iyengar. As pessoas que fazem uma aula restaurativa ficam admiradas com a prática de deitar-se e deixar que o Yoga faça o trabalho”, diz Shannon.

Sentir-se estagnado na prática pode ser um sinal de que está desejando alguma outra coisa, diz ela. “Quando faz uma aula diferente, tem um instante de perspectiva nova – você será requisitado a usar seu corpo de uma maneira nova. É uma oportunidade para aprender um bocado sobre si mesmo.”

A experiência não tem de ser positiva para que sinta os benefícios. “O que não gosta é tão importante quanto o que gosta”, afirma Shannon. “Poderá provar um estilo de Yoga mais dinâmico e detestar. Então saberá que precisa de algo refrescante e suave. Um pouco de sabedoria vem de boas e más experiências”, completa.

Siga seu Guia

Este é o princípio fundamental do Yoga, que responde a todas as suas questões – incluindo “como eu mando embora esta calmaria?” – e pode ser encontrado dentro de si. Só mesmo praticando para reconhecer as questões que necessitamos perguntar e também ouvir as respostas. Contraditoriamente, assim que aprendemos a nos autoguiar, muitos de nós nos beneficiamos da orientação de um professor sábio – um guru, se preferir.

“Um guru real pode ver o que o aluno precisa e oferecer esta prática no momento certo”, diz Yogiraj Alan Finger, do Ishta Yoga. “Praticantes sérios deveriam buscar um professor que pode ajudálos a entender como as coisas funcionam – os efeitos dos asanas, os gunas, doshas, chakras e o corpo sutil. Quando tiver um entendimento profundo, nunca ficará entediado com as posturas.” Ele diz que o professor aparecerá quando o aluno estiver pronto. Mas não custa dar uma mãozinha. Então busque nos livros, nos vídeos, na internet. Observe nas aulas, workshops e conferências. Quando encontrar um professor cujo trabalho ressoe em você, faça o que for preciso para aprender algo com ele.

Pode escolher isso por um período de tempo, um ano, comprometer-se com um professor, e apenas fazer isso por uma razão: talvez você transforme sua vida.

Aulas Particulares

Às vezes, a melhor maneira de aprofundar sua prática são aulas particulares. “Quando se sentir estagnado, é muito melhor gastar seu dinheiro em uma aula particular por semana do que cinco em grupo”, diz Paige Schneider. As aulas particulares dão uma oportunidade de perguntar coisas que nunca havia perguntado em uma aula em grupo. “Você pode estar em uma sala com um professor e mais 15 alunos por anos e nunca se dar conta de que deixa cair a coxa interna no corredor”, diz. “Em uma aula particular, o professor verificará se entendeu a ação, e você compreenderá que manter a coxa interna levantada é a chave para transformar suas posturas em pé.”

Aulas particulares podem ser caras; considere isso um investimento para o seu futuro.

Vale a Pena Assistir

Quando Kimberley Greef, de 29 anos, sente necessidade de fazer uma aula de Yoga, não é algo simples. Ela é uma artista plástica ocupada, mãe e cofundadora do Laughing Lotus Yoga, em Anchorage, Alasca. Então ela faz o que qualquer yogi pressionado pelo tempo, isolado por morar em uma cidade pequena, mas com alguns recursos tecnológicos, faria: ela baixa podcasts de aulas de Yoga na internet e compra DVDs para praticar em casa. “Eu adoraria ter aulas com um professor experiente, mas é muito difícil que eles venham onde moro.” Como ela, muitos praticantes brasileiros que vivem em cidades pequenas têm de praticar com a ajuda de livros, revistas e DVDs, ou viajar, se quiserem praticar com professores renomados. “Comecei a praticar com a ajuda de DVDs e livros. Na época não tinha muito conhecimento da prática e buscava informações em todos os lugares que podia. Fazia minha pratica diária junto com o meu professor virtual David Swenson por meio do DVD. Foi um período em que aprendi muito e tive uma grande mudança em minha vida. Hoje vejo como essa prática me ajuda na vida”, conta Tatiane Dodero, professora de Ashtanga Vinyasa Yoga em Campo Grande (MS).

Os DVDs também podem ser uma potente cura para o estresse, diz o editor contribuinte da Yoga Journal, Richard Rosen. “Há alguns que gosto de assistir várias vezes pela sua beleza, abordagem e para novas ideias sobre como praticar”, diz ele. “Esses DVDs realmente podem trazer entusiasmo para a sua prática.”

Prática a Dois

Tradicionalmente pratica-se Ashtanga no estilo Mysore quando os alunos se reúnem para praticar, mas não necessariamente as mesmas posturas. Mas não há aulas assim em Sebastopol, na Califórnia, onde Ann Austin mora.

Austin, que dá aulas no Yoga Estúdio Ganesha, oferece uma sala para a prática de Mysore para seus alunos por um período, mas lá ela não é a professora, é aluna. Ela pratica com sua amiga Lucky Jamison. “Nós nos encontramos às 6 horas da manhã, quatro vezes por semana, para praticar essa linhagem. Depois vamos para casa, levamos nossos filhos para a escola e continuamos nossas vidas totalmente energizadas.”

Praticando juntas, uma dá à outra retorno, inspiração, ajustes, reforço e vê as dificuldades. “Nós dizemos a verdade. Se você pratica sozinho, é mais provável que só faça aquilo que quiser ou gostar. Não somos rigorosas, porque ambas adoram praticar. Mas nos ajudamos a lembrar do que devemos fazer.”

Elas foram a retiros de Yoga juntas e cuidaram uma do filho da outra enquanto uma delas estava em uma aula ou workshop. As amigas também estudam o Yoga Sutra juntas.

“Tudo o que precisamos é de um amigo que compartilhe o entusiasmo e o espaço para a prática e para a vida”, diz Austin. “Ser capaz de criar sua própria agenda e ter sua própria prática, mas não seguir o caminho sozinho, é inestimável.”

Venha fazer Yoga conosco no Espaço Kaizen. Entre em contato:



Fonte: Yoga Journal

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